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AJUDE SUA CÉLULA A CURÁ-LO
Por Luiz Fernando Theodoro de Jesus

MARILENE SANTOS TEM 70 ANOS DE IDADE. É uma maranhense simpática e muito espirituosa. Entretanto, vem convivendo há um bom tempo com um desconforto estomacal que lhe provoca muita azia. No consultório, o médico, após verificar sua endoscopia, diagnosticou gastrite atrófica em razão de sua idade, prescrevendo-lhe um medicamento que diminui a produção de ácido (suco gástrico). Ciente dos efeitos colaterais de qualquer droga farmacêutica, Marilene decidiu apostar na aloeterapia. Desde o segundo dia, Marilene não sente mais as dores e a incômoda azia. Três meses depois, Marilene se submete a novo exame de diagnóstico. O clínico constatou a integridade de toda a sua mucosa estomacal. Marilene está mais feliz do que nunca.

O que tem a ver a história contada com o tema de nosso encontro? Em nossos artigos, vimos afirmando que as células têm uma espécie de consciência. Essa consciência celular só entende a linguagem divina das ervas, brotos, hortaliças, mar e das substâncias produzidas pelo inseto conhecido como Apis mellifera.

A aloeterapia regenera os tecidos conjuntivos do corpo, interna e externamente, além de desintoxicar as células e o líquido onde elas se banham (matriz extraceular). A regeneração está diretamente ligada à harmonização do pH dos líquidos do corpo. Nenhuma saúde consegue se manter com um corpo ácido. Você sabia que as células cancerosas só conseguem se reproduzir em ambiente ácido?
Leiam um de nossos artigos sobre esse tema.

Nosso corpo é uma combinação de elementos químicos como carbono, oxigênio, hidrogênio etc. O nosso veículo físico produz (sintetiza) por conta própria suas combinações (estruturas) moleculares. Tais estruturas interferem no corpo físico e psíquico (consciência celular).

O corpo físico é divino nesse sentido. Os elementos minerais do corpo (zinco, magnésio, selênio etc.) ajudam a estrutura física, como também contribuem com o bem-estar emocional e mental. O corpo, além de produzir sua própria estrutura molecular como cubos que se encaixam perfeitamente, ele mais do que nunca precisa receber também estruturas moleculares divinas por intermédio de líquidos e alimentos frescos e orgânicos, sobretudo.

Sem mais delongas, pH é uma medida que tem a ver com ceder ou não ceder íons de hidrogênio (H+). O pH que varia de 0 a 7 é característico de substâncias ácidas. Sete é o ponto neutro. De 7 a 14 são características de substâncias alcalinas. Quanto mais forte for o ácido, menor será o seu pH (grande capacidade de liberar íons de hidrogênio). Quanto mais forte for a substância alcalina, maior será o seu pH (grande capacidade de prender íons de hidrogênio).

Então, será que existe realmente uma linguagem celular? A célula pode de fato conversar com estruturas orgânicas vindas da alimentação e líquidos?

Existe uma linguagem celular, obviamente. Há um sistema lógico de reconhecimento e decodificação das informações dos potenciais elétricos recolhidos dentro e fora da célula. É um sistema inteligente de linguagem e lógico de reconhecimento e de decodificação. Toda célula existe receptores celulares. São esses receptores que entendem os impulsos elétricos das partículas de degradação dos alimentos consumidos durante o dia. Toda célula possui dois receptores celulares de memória: um interpreta a linguagem dos impulsos elétricos ácidos; e outro receptor de memória entende a linguagem dos impulsos elétricos alcalinos.

Vocês sabiam que as nossas células não entendem de bioquímica? Isso é invenção científica do homem. As células entendem de eletricidade, eletrônica, potencial elétrico e magnetismo. Eletricidade, eletrônica e potencial elétrico está diretamente relacionado ao físico. O magnetismo, ao mental. Ambos desencadeiam situações ou condições em nosso corpo, mente e emoção.

No próximo encontro, daremos continuidade ao assunto para que você entenda como é importante a nutrição inteligente e os pensamentos para o nosso bem-estar físico, mental e emocional. Você terá condições de refletir sobre o que você pode estar fazendo com o seu corpo, caso o esteja mantendo por muito tempo com drogas farmacêuticas (calmantes, antidepressivos, analgésicos etc.) ou uma alimentação muito nociva e constante (açúcar refinado, café, refrigerantes, massas, molhos, carnes vermelhas etc.).

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JULIA MÜLLER MORA EM FLORIANÓPOLIS E TEM 37 ANOS DE IDADE. Desde 2006 vem se esforçando em mudar seu estilo de vida e alimentação. Sua motivação foi dada por uma leitura sobre tratamento aloeapiterápico contra halitose. Investiu na aloeapiterapia bucal e endógena, causou-lhe espanto inicialmente a utilização de um gel dental natural que acabou com sua gengivite na primeira semana de uso. Desde muito tempo que ela vinha fazendo sem sucesso a regrinha básica dos dentistas: fio dental, bochecho com flúor e creme dental farmacêutico. Ao substituir o flúor e a pasta de dente sintética (ambos tóxicos) pelo gel dental natural de abrasividade mínima, seu hálito melhorou na vigília e após acordar não tem mais o chamado “mingau das almas”. O gel debelou uma afta e vem notando que está tendo menos infecção na garganta de uns tempos para cá, sinal da redução da acidez bucal e de bactérias.

Com essa lição da natureza, ficou mais do que provado a Julia Müller que se o homem utilizasse sua inteligência (tecnologia) para industrializar sem danificar a estrutura molecular dos produtos divinos (brotos, ervas etc.) talvez vivêssemos mais saudavelmente. Infelizmente, pouquíssimas indústrias estão preocupadas com a saúde dos humanos, mas tão somente com o negócio, mesmo aquelas que batem no peito do movimento “ecológico”.

Falamos no encontro passado que existe uma linguagem celular e que há um sistema lógico de reconhecimento e decodificação das informações dos potenciais elétricos recolhidos intra e extracelular. Toda célula possui dois tipos de receptores de memória em sua membrana: um para reconhecer substâncias ácidas; outro, para substâncias alcalinas.

A célula é uma entidade viva e inteligente. Porém, ela não entende nada da linguagem da estrutura bioquímica da proteína, da gordura e do carboidrato (hidrato de carbono) que chegam a sua superfície (membrana celular).

O potencial elétrico nitidamente ácido (ph ácido) ou alcalino (pH alcalino) das estruturas orgânicas (proteínas, gorduras e carboidratos) é o que vale para o entendimento celular. Toda célula tem entendimento puramente eletrônico dos potenciais elétricos das estruturas orgânicas da alimentação. Nesse sentido, as células possuem em sua membrana externa receptores de memória que são capazes de reconhecer partículas orgânicas nitidamente ácidas (100%) ou alcalinas (100%).

As partículas orgânicas alcalinas provém de alimentos alcalinos (frutas, cereais, ervas, brotos, legumes, leguminosas e hortaliças). Já as partículas orgânicas ácidas são originadas de alimentos ácidos (gorduras, frituras, ovos, carnes, vegetais cozidos por mais de 8 minutos, leite, iogurte, café, bebida alcoólica e todos os alimentos industrializados e comercializados tradicionalmente).

Voltando ao caso da Julia Müller, por que o tratamento aloeapiterápico vem deixando-a cada vez mais saudável? Simplesmente, pela alcalinidade que ela vem dando aos humores do corpo. Agora vejamos por que temos cáries. A cárie é o resultado de atividade bacteriana simplesmente porque comemos alimentos ácidos (açúcar, massas refinadas, gorduras etc.). Todos nós temos bactérias na garganta e na boca. Entretanto, a alcalinidade provocada pelos alimentos e líquidos orgânicos é que estabelece o controle da reprodução das bactérias.

O conto do século passado que temos que escovar os dentes e passar o fio dental após as refeições é uma meia-verdade dos odontologistas. Se os humores do corpo estão ácidos, não adianta só escovar os dentes, língua e passar fio dental se não fizer uma mudança de estilo de vida. Se a sua saliva está ácida, se a sua boca está ácida, obviamente que é festa para o desenvolvimento irregular das bactérias na boca. Com isso, ocorrerão problemas bucais, como aftas, gengivites, cáries etc.

Na Alemanha, Suécia e Inglaterra o uso do flúor nos procedimentos odontológicos vem sendo questionado por algumas organizações de dentistas de vanguarda. Temos dentistas em nossa família que nos confessaram que um dos grandes problemas que eles vêm notando é o aumento de FLUOROSE nas crianças e adolescentes. Além da cárie, que é normal, eles estão diante um problema gravíssimo de saúde pública.

Sabe o que é fluorose? É a expressão evidente da intoxicação pelo flúor, cujo sinal é o aparecimento de manchas esbranquiçadas nos dentes. Isso significa que as pessoas estão comendo essas pastas de dentes tóxicas ou usando-as como a propaganda manda: bastante pasta na escova!! Já notaram o diâmetro do tubo de pasta de dentes? Aperte um pouquinho que sai um montão...

Por Luiz Fernando Theodoro de Jesus http://somostodosum.ig.com.br/p.asp?i=6553

Solange Christtine Ventura
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