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VINAGRE DE MAÇA
Cura natural de artrite, artrose e meningite
"Saúde e Nutrição para o Século 21"

O Dr. Hans Heinrich Reckeweg narrou que a saúde da população alemã, após a Segunda Grande Guerra, a partir de 1948, tornou-se muito pior que durante os apocalípticos anos da Guerra. Por haver estudado por muitos anos, em ratos, os efeitos do uso costumeiro dos produtos e subprodutos do porco, concluiu que essa era uma causa visível de coronariopatias e doenças cardíacas em geral, má circulação, câncer, artrite, artrose, doenças hepáticas, gripe, etc. A causa vislumbrada por ele foi o aumento no consumo individual de comida, mormente carne de porco e açúcar.

O Dr. Gerhard Orth é químico e presta consultoria à indústria química e farmacêutica e a par disso é pesquisador de intercorrências geofísicas. Diante do ataque daquelas bactérias que infestam o sistema nervoso central e provocam a meningite, sentiu severamente os sintomas típicos, no dia 17 de junho de 1983: sentiu uma ligeira dor de cabeça, à noite, acompanhada por latejos na nuca. Mas esses sintomas foram se exacerbando, nenhum remédio fazia efeito, nem a caminhada pela mata, esboçando alongamentos junto a uma árvore. Quando se levantou pela manhã seu pescoço estava rijo e doía bastante. Caiu ao chão e seus familiares convocaram o médico.

O diagnóstico de meningite foi imediato e foi para o hospital. Depois que a médica lhe aplicou uma punção lombar ele foi instalado num leito, enquanto recebia soro com antibiótico. Por dez dias tudo doía, cabeça, nuca, braços, pernas, e ele se revirava pela cama, mas cada posição era mais desconfortável que a anterior. O esforço para engolir era angustiante e a pouca comida que conseguia ingerir tinha sabor de palha. Os antibióticos aniquilaram a sua flora intestinal, diariamente ele perdia um quilo de peso e as fezes eram muito escuras. Exatamente no décimo dia de internação o seu sofrimento parecia ter atingido o limite do Tolerável.

O neurologista do hospital foi chamado às pressas e confidenciou ao paciente que nada mais poderia ser feito, e que o mesmo, como doutor em Química, procurasse se recordar de algum tratamento natural alternativo, como derradeira esperança. E o abandonou em seguida.

Crendo em Deus, Gerhard manteve a fé na sua cura e pediu que do alto lhe fosse soprada uma solução. Poucos minutos transcorreram e ele se lembrou do Dr. Jarvis, um médico estadunidense cujos livros “Folk Medicine” (Medicina Popular) e “Arthritis and Folk Medicine” ele tivera a oportunidade de conhecer. Esse médico conseguia curar pessoas e animais com o uso do vinagre de maçã. Por sorte a sua esposa havia ido lhe visitar e ele esperançoso lhe encomendou com urgência esse produto, todavia que fosse produzido com maçãs orgânicas, porque sabia da superioridade dos produtos cultivados sem pesticidas nem adubagem química.

Ela trouxe rapidamente o promissor produto natural e quando ele com dificuldade se levantou do leito, pela manhã, encheu a pia com água morna e acrescentou uma boa porção do vinagre orgânico. Usando de um pano ele aplicou fricções por todo o seu corpo, pelo dia inteiro, com essa solução. Enquanto descansava dessas aplicações tomou cinco copos daquela água morna, agregada de duas colheres de sopa do mesmo vinagre e uma pequena porção de mel de abelhas puro. Depois, enquanto estava se lavando o seu corpo manifestou uma grande melhora.

Em verdade, os meningococos foram destruídos pela mudança no terreno biológico do paciente. O vinagre natural de maçã possui ácidos orgânicos que quando ingeridos são decompostos em dióxido de carbono e foi desse jeito que o ambiente ácido, propício à proliferação daqueles agentes patológicos, transformou-se em alcalino, mortífero para os microrganismos nocivos e, por conseguinte, salutar para o doente. Tão mal ele estivera, até a tão poucas horas, que já lhe tinham providenciado a visita do padre, e esse não conseguiu despertá-lo do sono profundo e reparador em que estava havia 30 minutos.

Ao acordar pela manhã se deparou com a médica-chefe e toda a sua equipe mirando-o da porta, paralisados pela perplexidade que experimentavam. Enquanto ele solicitou a sua refeição matinal ela lhe indagou, espantada, se as dores ainda o atormentavam, e ele respondeu que não, que se sentia muitíssimo bem. Ele mesmo tirou a roupa e ela lhe perguntou admirada como ele conseguiu que as manchas desaparecessem totalmente.

Assim ele explicou: “A metade que está faltando naquela garrafa de vinagre foi utilizada para eu me lavar, misturada com água morna, friccionando o corpo. Também bebi cinco copos dessa solução, adicionando uma pequena porção de mel de abelhas. Estou me sentindo ótimo, sem mais nenhum problema.” Ao que ela exprimiu, voltando-se para o seu grupo médico: “Procurem aprender com o Dr. Orth, porque não posso lhes ensinar nada a respeito disso”. Passados mais quatro dias deram-lhe alta.

O Dr. Jarvis indicava que esse produto barato e eficiente fosse aproveitado interna e externamente para casos de reumatismo. O próprio Dr. Orth emprega atualmente o vinagre de maçã para conseguir reverter rapidamente a acidose de um paciente para um terreno biológico mais alcalino. No entanto ele salienta que isso funciona a curto prazo, e para conseguir uma transformação saudável e duradoura ele orienta as pessoas a consumirem vegetais crus, inclusive germes e brotos, frutas, cereais integrais, e a se esquivarem dos produtos animais, farinhas refinadas e derivados, frituras e açúcar.

Ele também tem tido êxito ao se valer do vinagre de maçã contra distúrbios metabólicos e para combater candidíase (micoses externas e internas). Esfregar-se com aquela solução de vinagre de maçã com água traz benefícios tanto físicos como psíquicos. Não se observou nenhuma conseqüência adversa em nenhum dos casos vistos por ele.

(Fonte: Saúde e Nutrição para o Século 21:
Amostra de tópicos do E-book de Euro Oscar)