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PARE - OLHE - ESCUTE  RESPEITANDO A
SENSIBILIDADE DOS ANIMAIS  DOS  ANIMAIS
Um resumo dos problemas

Os animais são reconhecidos na União Européia (UE) como ‘seres sensíveis’. Isso significa que o animal:

•  É capaz de reconhecer os seus arredores;
•  Percebe as emoções relacionadas àquilo que sente;
•  Percebe o que está acontecendo com ele;
•  É capaz de aprender com a experiência;
•  Percebe sensações como dor, fome, calor ou frio;
•  Tem consciência de suas relações com outros animais e com os seres humanos;
• É apto a distinguir e escolher entre objetos, animais e situações diferentes, mostrando que entende o que está acontecendo em seu meio.

Em resumo, animais percebem como se sentem, onde estão, com quem estão e como são tratados.

Atitudes humanas frente à sensibilidade animal

A maneira como as pessoas pensam nos animais é influenciada pela criação, educação e moda de sua época.

Por exemplo, o filósofo francês René Descartes (1596 - 1650) exerceu uma influência profunda com sua opinião, de que os animais são ‘máquinas’ sem alma. Porém, 100 anos mais tarde o filósofo inglês Jeremy Bentham (1748 - 1832) perguntou: "A questão não é podem raciocinar?, nem podem falar?, mas podem sofrer?" (1) Charles Darwin (1809 - 1882), cujas idéias formam a base da biologia moderna, acreditava, também, que é possível que ‘o ato mental’ nos animais é similar ao dos humanos.

A escola de psicologia behaviorista do século XX defendia, que apenas o comportamento pode ser estudado - não uma emoção ou um raciocínio subjacente. Isso influiu de forma duradoura no estudo do comportamento animal.

Entretanto, muitos cientistas modernos que estudam o comportamento animal - por observação ou por experiências - acreditam, que muitos animais sentem e pensam. Houve muito interesse em animais selvagens, mas alguns cientistas estão se destacando, ao explicar para o público a necessidade da zootecnia levar em conta a sensibilidade dos animais de criação. Isso é importante, porque nesse momento estão criando mais de 22 bilhões de animais no mundo (excluindo os peixes). Embora seja difícil saber, exatamente, o que os animais sentem, pouquíssimas pessoas ainda acreditam, que os animais são máquinas que não sentem e nem pensam. O desafio agora é reconhecer a sensibilidade animal na prática, na criação e nas outras formas como usamos os animais em nosso benefício.
Dor

Os psicólogos, normalmente, definem a dor, que os seres humanos sentem, como uma experiência desagradável, afetando os sentidos e as emoções.

Se um animal coloca a pata sobre uma superfície ou objeto que machuca, vai afastá-la. Alguns cientistas ainda afirmam que isso é apenas uma reação fisiológica e que o animal não tem consciência de desconforto ou dor. Entretanto, a grande maioria dos cientistas - e dos bons fazendeiros que trabalham com animais - aceitam que os animais têm consciência da dor e devem ser protegidos dela. Aves, assim como mamíferos, têm um complexo sistema sensorial.
Temos que aceitar que as condições que causam dor ao homem, também causarão dor aos animais. Os peixes têm receptores de dor e mostram reações fisiológicas -similares as das pessoas - a eventos dolorosos. Alguns cientistas também acreditam, que há provas de que invertebrados sentem dor.

Na criação industrial, os animais são sujeitos a desconforto e dor de diferentes maneiras. As causas podem ser mutilações - normalmente feitas sem anestesia - ou o tratamento bruto. Algumas vezes, esse é o resultado, não intencional, da criação intensiva - por exemplo, no alojamento, na alimentação, no mercado, no transporte e no abate - que não leva em conta o sofrimento dos animais.

Medo, ansiedade e estresse

Assim como a dor, é difícil avaliar, exatamente, quanto medo e ansiedade os animais sofrem, porque diferentes espécies comportam-se diferentemente (por exemplo, lutam ou fogem). Entretanto as leis de proteção animal e o senso comum admitem que essas emoções são uma experiência desagradável e causam sofrimento.

Estudiosos do bem-estar animal dizem, que animais estão sob estresse, quando estão num ambiente que não suportam. Situações repetidas ou prolongadas de estresse podem causar doença e sofrimento nos animais confinados - assim como nas pessoas.

Frustração do comportamento natural

Animais confinados sentem e mostram frustração quando não podem desempenhar seu comportamento natural ou quando são privados de algo prazeroso, como a comida que esperavam. Areação dos animais à frustração mostra, que sabem o que querem fazer e como esperam que o mundo seja.

Prazer e brincadeiras

Os animais também sentem as emoções positivas decorrente do seu comportamento natural. Muitas das aptidões de que os animais precisariam na vida adulta, na natureza, são parcialmente aprendidas em brincadeiras quando jovens. O fato de que animais gostam de brincar é um sinal de sua vida mental complexa.

O comportamento social dos animais

Os animais têm vida social bastante complexa quando em condições naturais. Eles precisam reconhecer indivíduos diferentes (incluindo outras espécies e os seres humanos); perceber e entender o comportamento de outros; comunicar se; selecionar seu par e criar a prole. Os estudiosos concordam que milhares de anos de domesticação dos animais mudaram pouco suas motivações básicas e seus padrões de comportamento. Subestimamos muito as habilidades dos animais para resolver problemas, entender seu ambiente e aprender.

A seguir, vamos comparar como os animais gostam de viver na natureza e como nós os tratamos na criação intensiva.

Criação intensiva

A criação intensiva se desenvolveu devido à demanda por carne, leite e ovos baratos e abundantes. Nos países desenvolvidos, a vasta maioria dos animais são criados em confinamento e a criação intensiva está rapidamente se alastrando por todo o mundo. Nesse sistema, controlamos o que os animais comem, onde e como vivem, sua produção e, freqüentemente, reprimimos seu comportamento natural.

Muitas vezes, as práticas de criação intensiva são contrárias ao bem-estar dos animais:

•  A maioria dos porcos, algum gado e as aves domésticas são mantidos em recinto fechado durante toda a vida.

  Alguns animais são mantidos em confinamento restrito (gaiolas e cercados pequenos e impróprios).

  Os animais são forçados a crescerem rapidamente, se reproduzirem com maior freqüência e são abatidos mais jovens.

  Freqüentemente, mantemos os animais em grupos excessivamente grandes e, muitas vezes, animais desconhecidos são trazidos para o grupo. Nessas circunstâncias, os animais são muito mais agressivos e dados a brigar, porque se sentem ameaçados.

  Quando animais são aglomerados e confinados em lotes ou em recinto fechado, os menores ou mais fracos, muitas vezes, são intimidados e incapazes de chegar até a comida e aos bebedouros.

  Os animais são, algumas vezes, tratados com brutalidade e transportados por distâncias longas, o que causa danos físicos e medo.

  Os animais que vão para o abate estão estressados e o abate, com freqüência, é muito cruel.


O salmão do Atlântico
Como gosta de viver? Em liberdade, a fêmea escolhe um local em água doce, cava um ninho com a cauda e desova.

Um ou mais machos fecundam os ovos. Depois de saírem dos ovos, os peixes passam anos em água doce. Quando vão para a água salgada, ocorrem mudanças físicas para permitir que sobrevivam. Depois de passar até sete anos no oceano e viajar milhares de quilômetros, sozinhos, voltam à água doce natal para a desova. Acredita-se que eles saibam ‘farejar’ o caminho para casa.

Como é criado. Cada salmão, com 75 centímetros de comprimento, recebe, numa gaiola marítima, menos do equivalente a uma banheira de água. Como resultado temos o comportamento anormal, feridas, deformidades, doenças e altas taxas de mortalidade. Arrancar ovos das fêmeas e coletar esperma dos machos são processos rotineiros quere querem manipulação estressante para o peixe. Para impedir que um salmão dominante maltrate ou coma os menores, são selecionados por tamanho - uma experiência estressante. Infestação de piolho do mar é um problema sério. O transporte dos peixes jovens da água doce para as gaiolas marítimas, também causa muito estresse. A piscicultura de outras espécies, também, é altamente intensiva. (2) Antes do abate os peixes, acostumados à alimentação freqüente e abundante, são submetidos à fome durante 7 a 10 dias. Quando são levados para o abate, as gaiolas profundas são puxadas para a superfície e o salmão não se adapta rapidamente à mudança de pressão. "O resultado final são peixes estressados e exaustos". (3) Métodos de abate em que os peixes estão conscientes, enquanto sufocam ou sangram até a morte, são de uso comum.

O gado

Como gosta de viver? O gado vive em manadas com uma hierarquia e com pastos específicos. Machos jovens, às vezes, formam pequenos grupos e os machos mais velhos com freqüência estão solitários, exceto na época de acasalamento. Raramente, animais desconhecidos ingressam no grupo. O gado sabe reconhecer 50 a 70 indivíduos. Eles limpam uns aos outros e demonstram quando querem ser limpos. A comunicação visual e verbal entre o rebanho é importante. Uma vaca se afasta do grupo antes de dar à luz e o vínculo entre vaca e bezerro é rapidamente estabelecido. O bezerro mama durante, pelo menos, oito meses. Ele aprende as habilidades essenciais para viver com a vaca e outros membros do grupo.

Numa fazenda muito grande, orgânica, na Inglaterra, onde grupos familiares são mantidos, é visível que o relacionamento mãe-filha continua bem depois que um novo bezerro nasce. Em certa ocasião, o primogênito de uma jovem vaca nasceu morto, após um parto difícil. Após o tratamento veterinário, de emergência, ela cambaleou para longe através dos campos, para procurar a mãe e o fazendeiro a encontrou deitada aos pés da mãe, sendo lambida e aparentemente confortada. (4) Como é criado A produção leiteira requer a separação de mãe e filhote. Na criação comercial a vaca leiteira, geralmente, precisa ter um filhote por ano para que produza leite durante os próximos 10 meses. Normalmente, o filhote é afastado após 24 horas. Será criado como vaca leiteira ou para fornecer carne de vitela ou como gado de corte. Muitos bezerros são mortos ao nascer. A vaca, às vezes, chama durante dias por seu bezerrinho que foi afastado.

Muita vaca leiteira, criada para produzir grande quantidade de leite, sofre durante muito tempo de dor, devido à mastite (infecção do úbere), e manca. Bezerros, muitas vezes, são submetidos à amputação dolorosa do rabo, ao descornamento e à castração - sem analgésico.

Os frangos
Como gostam de viver? Os frangos que criamos foram domesticados no sudeste da Ásia. Seu habitat natural são áreas arborizadas com locais cobertos para empoleirar-se à noite. Vivem em pequenos grupos hierárquicos, coordenando as atividades diárias. Acredita-se que, aves da floresta e frangos domesticados tenham mais de 30 pios diferentes para transmitir mensagens. Também, se comunicam através de posturas e exibições visuais. Uma galinha anda uma distância considerável para escolher cuidadosamente um local apropriado e seguro para o ninho. Ela põe diversos ovos no ninho e, depois, pára de botar e começa a chocar os ovos. Os pintinhos começam a se comunicar piando - com a galinha e entre si - mesmo antes de romperem a casca. Frangos gostam de se banhar em pó para limpar as penas, usando feno como um ‘xampu seco’. Explorar e pastar é importante para eles. Usam o bico e bicar é uma ‘atividade de alta-tecnologia’. Frangos passam até 90% do tempo ciscando. As galinhas - assim como as vacas, as ovelhas e os porcos - distinguem-se e aprendem uns com os outros.

Como são criados. Os frangos são criados como ‘galinhas poedeiras’ e ‘frangos de engorda’ (para ‘carne’). Galinhas poedeiras, em gaiolas, não conseguem ter comportamento natural. Bicar machucando outras galinhas, às vezes, até a morte, nunca é visto na natureza e é resultado da criação em confinamento. Para evitar que machuquem outras galinhas, muitas têm o bico aparado, o que causa dor persistente. Uma galinha engaiolada tende a ter ossos quebradiços e fraturados e seu espaço é menor do que uma folha de papel A4.

Frangos de engorda são mantidos em galpões tão adensados que qualquer movimento e descanso são prejudicados. A cama, cheia de excrementos, causa feridas na pele e poluição do ar. A criação seletiva causa claudicação dolorosa e doenças cardíacas. Essas aves crescem tão rápido que, normalmente, são abatidas com seis semanas de vida. É improvável que iriam sobreviver até a maturidade, devido aos problemas com pernas, coração e pulmão.

O visão

Os visões são criados em pequenas e impróprias jaulas de metal, depois são abatidos por sua pele. Sendo semi-aquáticos, preferem ter acesso à água para nadar e pastar.
Foram realizadas experiências, onde o visão tinha que‘trabalhar’ para ter acesso a um ninho diferente ou a um banho d’água. Apesar de serem criados em cativeiro por 70 gerações, eles mostraram preferência pelo banho d’água.

Quando privados dele, seu estresse (medido por níveis do hormônio cortisol) era igual à privação de comida por 24 horas. (5)

Os porcos

Como gostam de viver? Na natureza, os porcos vivem em pequenos grupos de porcas, que se conhecem, e suas ninhadas. Porcas desconhecidas raramente se juntam ao grupo. Ocupam áreas diferentes para fuçar, estrumar, alimentar-se e preparar os ninhos para dormir. Os porcos reconhecem 20 a 30 indivíduos e cumprimentam os amigos tocando os focinhos, grunhindo e se limpando. O varrão tem um ‘canto de acasalamento’ especial. Uma porca pode andar 5 a 10 km para encontrar um local isolado e protegido em que constrói um ninho seguro e dá à luz.

Ela mantém contato com os porquinhos por meio de uma variedade de grunhidos e guinchos. Os porquinhos são desmamados, gradualmente, por volta de 17 semanas, mas, muitas vezes, ficam com a mãe até a maturidade sexual aos 8 a 10 meses. Os porcos usam seu focinho sensível e versátil para cavar e pastar, têm um olfato agudo. Experiências mostram que, os porcos entendem o que está se passando na mente de outros porcos e tomam suas decisões de acordo, a fim de conseguir o que querem. Antes se cogitava, que esse tipo de reflexão acontece somente em macacos e seres humanos.

Como são criados Na criação intensiva, os porquinhos são, normalmente, separados da mãe após 2 a 4 semanas e alojados com porquinhos desconhecidos. Se são separados muito cedo, chamam pela mãe com guinchos característicos e em alguns casos parecem ‘desistir da vida’.

Frangos gostam de se banhar em pó para limpar as penas, usando matéria seca como xampu Frangos de engorda mantidos em galpão abarrotado A porca não consegue fazer um ninho e cuidar dos porquinhos como gostaria © Rob Hill Porcos mantidos sobre concreto liso ou sarrafos não podem pastar e fuçar. Porquinhos mantidos sobre turfa e palha são mais ativos e menos agressivos do que aqueles mantidos sobre concreto. Porcas reprodutoras mantidas ao ar livre, freqüentemente, têm um anel no focinho para impedi-las de fuçar e com isso escavar a terra. O anel lhes causa dor quando tentam fuçar. A porca, mantida numa baia com concreto, ainda assim, tenta construir um ninho. Varrões reprodutores, freqüentemente, são mantidos em baias solitárias e tem seu sêmen ‘ordenhado’.

Em alguns países o rabo é amputado, para que não mordam os rabos uns dos outros - um comportamento de frustração, resultado da criação intensiva em condições não naturais.

Porquinhos machos, criados por sua carne, em muitos países, Porcos mantidos sobre concreto liso ou sarrafos não podem pastar e fuçar. Porquinhos mantidos sobre turfa e palha são mais ativos e menos agressivos do que aqueles mantidos sobre concreto. Porcas reprodutoras mantidas ao ar livre, freqüentemente, têm um anel no focinho para impedi-las de fuçar e com isso escavar a terra. O anel lhes causa dor quando tentam fuçar. A porca, mantida numa baia com chão de concreto, ainda assim, tenta construir um ninho. Varrões reprodutores, freqüentemente, são mantidos em baias solitárias e tem seu sêmen ‘ordenhado’.

Em alguns países o rabo é amputado, para que não mordam os rabos uns dos outros - um comportamento de frustração, resultado da criação intensiva em condições não naturais.

Porquinhos machos, criados por sua carne, em muitos países, também são castrados. Essas mutilações causam dor intensa e permanente.

As ovelhas
Como gostam de viver? As ovelhas andam em grupos separados de fêmeas ou de machos. Os grupos de fêmeas, normalmente, abrangem várias gerações. As ovelhas são muito sociais e o isolamento do grupo causa estresse.

Estudiosos mostraram, que as ovelhas lembram-se de até 50 faces de ovelhas por até dois anos e que também conseguem reconhecer animais de perfil, depois de terem aprendido a reconhecê-los de frente. Pesquisadores concluíram que, as ovelhas têm "necessidade altamente desenvolvida de interação social e, portanto, um sentido sofisticado de consciência social". (6) Como são criadas. Cordeiros rotineiramente têm o rabo amputado e são castrados sem analgésico. Na Austrália, as ovelhas têm os dentes amolados e são submetidas a um doloroso procedimento em que a pele em volta da base do rabo é cortada, deixado a carne viva, para reduzir o ataque de moscas - tudo sem analgésico. Ovelhas e cordeiros são transportados por distâncias muito longas, causando grande angústia. Por exemplo, existe um vasto mercado de animais vivos australianos, que são abatidos no Oriente Médio.

Progresso e alternativas

Existem alternativas, para os sistemas de criação intensiva, que levam em consideração a sensibilidade dos animais (a criação em liberdade e a orgânica). A pressão de alguns cientistas e de grupos de proteção animal permitiu dar alguns passos na UE em direção ao reconhecimento da sensibilidade animal:
•  A criação de pele animal é proibida na Áustria e na Grã-Bretanha.

  A amputação rotineira do rabo de porquinhos é ilegal na UE.

  Os frangos de engorda. A UE vai começar a estabelecer diretrizes que regulam o bem-estar de frangos de engorda.

  O transporte de animais vivos por longa distância para abate. O Parlamento Europeu votou um máximo de oito horas de transporte, mas existem controvérsias sobre essa mudança.

  Os engradados para porcas serão proibidos na UE a partir de 2013 (exceto para as primeiras quatro semanas de gravidez).

  Debicar galinhas será proibido na Grã-Bretanha a partir de 2011.

  Todos os porcos devem receber material suficiente - como palha - para manipular seguindo seu comportamento natural.

  Os engradados de vitelo serão ilegais na UE a partir de 2007 (são ilegais na Grã-Bretanha desde 1990).

  Os animais são reconhecidos como seres sensíveis no Tratado Europeu (1997).Mudanças para melhor também estão aparecendo em outros países ao redor do mundo.
PARE - OLHE - ESCUTE - RESPEITANDO A SENSIBILIDADE DOS ANIMAIS As ovelhas ofegantes transportadas no calor, sofrem tanto estresse que ocorrem muitas mortes no trajeto Porquinhos gostam de fuçar e pastar © Colin Seddon.

A criação orgânica de animais beneficia muito o seu bem estar e, também, é melhor para o meio-ambiente e para a saúde humana. Os padrões orgânicos diferem através do mundo. Aqueles da Soil Association (Associação do Solo) www.soilassociation.org, na Grã-Bretanha, estão entre os melhores.

Referências
1. J Bentham, Introduction to the Principles of Morals and Legislation (1789), quoted in Animals and Why they Matter, M Midgley, University of Georgia Press, 1984, ch 8 2. CIWF Trust. In Too Deep - the welfare of intensively farmed fish, 2002 3. S Willoughby. Manual of Salmonid Farming. Fishing News Books, Blackwell Science: Oxford, 1999
4. R Young, The Secret Life of Cows, advance publicity extract, Farming Books and Videos, 2003
5. G J Mason, J Cooper and C Clarebrough, Frustrations of furfarmed
mink, Nature 410: 35-36, 2001 6. K M Kendrick, Animal Awareness, in J M Forbes et al., (eds), Animal Choices, Occasional Publication No 20, BSAS, 1997.